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domingo, 13 de março de 2011

Dia da Poesia - blogada coletiva




Olá pessoas queridas, estou participando da blogada poética proposta pelo
Tatto

e pela neo-amiga
Lu Souza

Amanhã é o dia 14/03 , e eu convido a quem vier e quem quiser, a participarem também!

Vamuquivamu!!

Lu C.

sexta-feira, 11 de março de 2011

La Femme Blue - A Definição

Amigos, há tempos eu postei aqui um ou dois trechos da releitura e subsequente escrita sob minha ótica da Obra de Roberto Drummond - A Morte de D. J. em Paris.

Segue nessa postagem mais um desses trechos, espero que apreciem esta louca maneira de escrever na tresloucada mania de criar: desta que vos fala.
Acho pertinente postar os textos em sequência para que possam além de acompanhar, travar um entendimento sobre história e personagens.


A mulher que usava sapatos musicais e era azul

(Trecho de um diário alucinante escrito supostamente em Paris)

Quando ele me ligou de madrugada eu ainda fumava a última “bituca” que tinha achado no cinzeiro naquele dia fatídico.

O luminoso alaranjado atormentava a penumbra sonolenta daquele quarto pegajoso na periferia de Paris.

A voz dele tremia de tal forma, que fazia vibrar a calada de uma noite sem fim. Procurando meu chinelo, decidi ir até o banheiro e dizer olá para minhas olheiras e responder a ele que não acreditava naquela conversa absurda, e perguntando a meus neurônios o que estava fazendo em Paris, atrás de um amigo maluco que jurava amar uma mulher azul (...)

A definição pode parecer incrivelmente ilógica, mas no decorrer das páginas deste diário ( que tive a ousadia de roubar), as situações e "loucuras" poderão até ser explicadas.

domingo, 6 de março de 2011

Uma viagem da memória




Viagem sem regresso

( Por Lu Cavichioli)
Mini conto

Ela casou-se e foi morar em uma pequena cidade do interior. Sem mãe, sobraram-lhe somente os quatro irmãos, o pai e agora um marido. Pena que este marido não era seu príncipe encantado. Teve dois filhos – Ricardo e Luciano.

Uma mulher com três homens. Cuecas e camisas espalhadas e tábua do vaso sanitário levantada.
Arroz com feijão no fogão!

Lágrimas escondidas e cartas escritas secretamente.
Um dia, Deus tocou seu coração e Dele lhe falou. Depois desse divino encontro em dois anos a levou.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Aos corações que sabem amar




Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele ou por sua origem, ou sua religião.

Para odiar, as pessoas precisam aprender.

E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto.

A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.
(Nelson Mandela)

quarta-feira, 2 de março de 2011

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Boca no trombone



Ando lendo “coisas” por aí para bom entendedor (feito eu)! Tem gente que se acha e pensa que preciso implorar por uma amizade virtual.

Foi por estes dias que alguém digitou um kkkkkkkk logo abaixo de um coment meu e logicamente tudo leva a crer que esse kakakakaka estaria ligado ao que falei (sem intenção nenhuma), mas que foi entendida como tal. Isso ficou bem claro!

Essa pessoa nem me conhece (e eu nem quero), mesmo porque meu santo não bate com o dela. Eu até que tentei... Mas ela (a pessoa) fingiu que não me viu. Mas isso tá cheio dentro da net, mas eu sou macaca velha nesses assuntos. Mas mesmo assim (ainda) consigo ficar indignada.

Desabafos...
Abraços aos amigos (poucos amigos), mas que valem a pena conservar.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Poema Desafio

Este poema veio através do desafio proposto pelo amigo Tonho do blog
Pô Ética
onde ele coloca uma frase/coringa que abre muitos horizontes pra quem gosta de poetar. A frase: SEMPRE VALE A PENA.

Adorei participar!



Assinatura

Vale o sol, o sal, as lágrimas e as luzes
Vale as pegadas e a eternidade emprestada
Quando a essência é urgente

Vale a pena - sempre
Escrever sabedorias
Quando as marcas do tempo
Gritarem de véspera
E a pena assinar o início
Do fim

by Lu C.