As vezes eu escrevo textos psicodélicos e totalmente descabidos, porém as palavras fluem e vão entorpecendo o papel que hirto, deixa-se levar.
Não há respostas e nem explicações para o que irão ler. Apenas coisas da minha cabeça.
***************************************************************
Há Tempestades sobre os Reinos
Eu fico aqui lendo e lendo, observando pseudo palavrórios (todos inúteis),talvez infundados. Parece até que tua fala saiu de uma lata de mingau, daqueles bem melequentos e que causam certo enjôo depois do primeiro arroto.
Outrora tu dizias que era xerife em produção nas ruas empoeiradas da tua indignação e dizias também ser enganada por mazelas deste mesmo pralavrório. (Afinal, o que queres tu?)
Hoje tu apareces com provocações e amores (todos insanos), por aquele alguém que era um mingau melequento e que agora é parte integrante de teu pulsante coração e que te leva pela mão aos lugares onde sóis e lagartixas pousam para fatos & fotos do jornalzinho local.
Pra terminar, trago minha indignação e meu não entendimento aqui na sacola das respostas, tropeçando em poças de mel gotejadas por tua face retorcida e tua falta de memória, fumegando no panelão dos bajuladores.
Tu amas agora? Que espanto!
Odiavas, outrora!
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Considerações finais e exaustivas sobre o texto acima:
... Deixaram-me algumas moedas de ouro no fim do arco-íris. Depois eu pego porque agora estou deitada no divã observando gatos no cestinho das idéias.
Ousam ainda falar de amor na blogosfera... Desconheço esse amor cybernético, metálico, frio e calculista, mentiroso, aproveitador e cavernoso.
Está frio no andar bipolar - norte/sul ! Socorro envie um helicóptero. Estão servindo coquetéis psico-anárquicos.
Aquieto-me na mansidão de meus retratos, que por hora estão pálidos, e contento-me com meus neurônios cansados de tanta aridez e nostalgia: Desfigurante e desfigurada!
No cestinho dormem os gatos
No colchão as formigas vêm e vão
Na impaciência grilos cantam o hino nacional
Idéias e pensamentos presos na roca de fiar
Eu, imagem petrificada,
olhos de gesso
boca & baton
mãos atadas e pernas fluídas
no pedestal das florestas -
unicamente só
em busca do vale encantado
desenho animado
By Lu Cavichioli
Inverno de 2011
No mês do cachorro louco
Todos os Direitos Resevados à Lu Cavichioli
terça-feira, 30 de agosto de 2011
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
PONTO - PARÁGRAFO, NA OUTRA LINHA
Um de meus dias entre outras coisas!
... Dá-lhe andarilha!
HOJE O DIA FOI (A)TÍPICO-
FEIRA SEM COMPANHIA
ECOBAGS POR TODO O LADO
UMA AGARRADA AO BRAÇO ESQUERDO
A OUTRA DIVIDINDO O ESPAÇO DA MÃO DIREITA COM “A VERDURA SEM PAR DESTAS MATAS” (UMA SACOLA COM ALFACE, CATALONHA E BRÓCOLIS).
O SOL, NA CABEÇA!
PASTEL DE QUEIJO OU CARNE?
O CARRO NA ESQUINA
O MENINO NA BICICLETA
A FILHA EM CASA
O TRABALHO ESPERANDO MINHA PRESENÇA
ALMOÇO NA MESA
GELATINA DE SOBREMESA
A UMIDADE DO AR EM TORNO DE 24 (ATCHIM)
FIM DA TARDE COM BOLO DE BANANA E CAFÉ
O SOL NO HORIZONTE
BANHO MORNO
SALADA NO JANTAR
BOA NOITE!
BY LU C.
AGOSTO DE 2011
... Dá-lhe andarilha!
HOJE O DIA FOI (A)TÍPICO-
FEIRA SEM COMPANHIA
ECOBAGS POR TODO O LADO
UMA AGARRADA AO BRAÇO ESQUERDO
A OUTRA DIVIDINDO O ESPAÇO DA MÃO DIREITA COM “A VERDURA SEM PAR DESTAS MATAS” (UMA SACOLA COM ALFACE, CATALONHA E BRÓCOLIS).
O SOL, NA CABEÇA!
PASTEL DE QUEIJO OU CARNE?
O CARRO NA ESQUINA
O MENINO NA BICICLETA
A FILHA EM CASA
O TRABALHO ESPERANDO MINHA PRESENÇA
ALMOÇO NA MESA
GELATINA DE SOBREMESA
A UMIDADE DO AR EM TORNO DE 24 (ATCHIM)
FIM DA TARDE COM BOLO DE BANANA E CAFÉ
O SOL NO HORIZONTE
BANHO MORNO
SALADA NO JANTAR
BOA NOITE!
BY LU C.
AGOSTO DE 2011
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um dia no dia a dia
quinta-feira, 28 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
Brunch - está virando mania
Gente tem domingo aqui em casa que me dá na telha e eu faço um brunch. Já vou adiantando a coisa no sábado pra não esquecer nenhum detalhe.
Fazer um brunch é tão bom, porque a gente se livra do almoço e pode (se quiser) dormir até mais tarde, tipo um domingo chuvoso ou de super frio como tem feito aqui em Sampa.
Mas vamos então ao que interessa:
O que é um brunch? Comidinhas especiais para um fim de semana e que reune café da manhã com almoço.
Como fazer? Arrume a mesa e decore do jeito que vc quiser e encha de guloseimas doces e salgadas.
O que servir? Desde o tradicional café com leite e pão com manteiga até pancakes.
Coe um café da hora, leite, leite de soja (se preferir), chocolate quente, capuccino, chás. Sucos (pode ser 3 tipos).
Manteiga, requeijão cremoso, geléias, patês e pastas a escolher.
Biscoitos doces e salgados que podem ser recheados ou não.
Tipos de pães que gostar. Eu coloco o frances, mini croissants (salgados e doces), luas de mel, mini sonhos, Ciabattas ,carolinas, bolos fatiados,frios, frutas, iogurtes,mini tortas salgadas. Tortinhas de frutas, baguetes recheadas, omelete e mini panquecas (receita americana) hummm fica show. Vc pode comer com mel, com geléia, ou nutella. Se for época do natal, claro o tradicional panetone de frutas e a rosca natalina da minha avó e também o chocotone, porque minha filha não fica sem esse, com aquelas gotas de chocolate no meio. Ai que tortura!! rs
Meu marido gosta das mini salsichas no molho que eu aproveito e como tb rsrs... E tem mais coisas, pena que não dá pra fazer tudo e nem a gente aguenta comer tanto.
Mas isso, gente é só de vez em quando porque dá uma trabalheira danada montar a mesa. Mas quando a gente quer esse brunch e não tá a fim de fazer vamos a uma padaria e tá tudo certo.
O ano passado, minha filhota fez de presente esse brunch por maridão no dia dos pais. Ele teve uma baita surpresa rs!
Nesse mes de junho tem preço promocional aqui no bairro: R$13.90 por pessoa. A padoka fica bombando. aff
Algumas imagens de brunch pra vcs ficaram com água na boca.
Experimente fazer um dia, vc vai arrasar.
beijos e queijos
Bom café da manhã pra todos... MISERICÓRDIA! rs
FUI!
Fazer um brunch é tão bom, porque a gente se livra do almoço e pode (se quiser) dormir até mais tarde, tipo um domingo chuvoso ou de super frio como tem feito aqui em Sampa.
Mas vamos então ao que interessa:
O que é um brunch? Comidinhas especiais para um fim de semana e que reune café da manhã com almoço.
Como fazer? Arrume a mesa e decore do jeito que vc quiser e encha de guloseimas doces e salgadas.
O que servir? Desde o tradicional café com leite e pão com manteiga até pancakes.
Coe um café da hora, leite, leite de soja (se preferir), chocolate quente, capuccino, chás. Sucos (pode ser 3 tipos).
Manteiga, requeijão cremoso, geléias, patês e pastas a escolher.
Biscoitos doces e salgados que podem ser recheados ou não.
Tipos de pães que gostar. Eu coloco o frances, mini croissants (salgados e doces), luas de mel, mini sonhos, Ciabattas ,carolinas, bolos fatiados,frios, frutas, iogurtes,mini tortas salgadas. Tortinhas de frutas, baguetes recheadas, omelete e mini panquecas (receita americana) hummm fica show. Vc pode comer com mel, com geléia, ou nutella. Se for época do natal, claro o tradicional panetone de frutas e a rosca natalina da minha avó e também o chocotone, porque minha filha não fica sem esse, com aquelas gotas de chocolate no meio. Ai que tortura!! rs
Meu marido gosta das mini salsichas no molho que eu aproveito e como tb rsrs... E tem mais coisas, pena que não dá pra fazer tudo e nem a gente aguenta comer tanto.
Mas isso, gente é só de vez em quando porque dá uma trabalheira danada montar a mesa. Mas quando a gente quer esse brunch e não tá a fim de fazer vamos a uma padaria e tá tudo certo.
O ano passado, minha filhota fez de presente esse brunch por maridão no dia dos pais. Ele teve uma baita surpresa rs!
Nesse mes de junho tem preço promocional aqui no bairro: R$13.90 por pessoa. A padoka fica bombando. aff
Algumas imagens de brunch pra vcs ficaram com água na boca.
Experimente fazer um dia, vc vai arrasar.
beijos e queijos
Bom café da manhã pra todos... MISERICÓRDIA! rs
FUI!
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brunch,
café da manhã
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Na memória: Meu Silêncio!
O Lago era calmo em todo seu esplendor
Meu corpo estático parecia fazer parte
Da relva em que pisava, tal era a força
Incontrolável que prendia meus pés.
A quietude cortava o céu e a luz penetrava as copas floridas do bosque.
Na terra, pegadas invisíveis deixavam o rastro tranqüilo dos que dormem.
Naquela tarde minha única tentativa era conhecer minha origem, eu precisava
saber quem era ;já que acordei pra vida e ninguém soube até agora dizer meu nome.
Eu entendia os pássaros e seus cantos. Voava nas delicadas asas da libélula, e minha figura cruzava os ares.
Mas naquele dia estava eu criando raízes. Minhas entranhas, amalgamadas em riachos e quedas. De lágrimas e cachoeiras cristalinas meu coração gritava em alvoroço.
A natureza fizera de mim parte integrante.
Quem sou eu?
by Lu Cavivhioli
Coleção: Para ler e sonhar
Marcadores:
texto sem memória
sábado, 23 de julho de 2011
Ser Feminina
Postagem cor de rosaaaa!! rs.... Mas os homens tb podem entrar e dar seus pitacos.
Não tenho muito pra falar hoje, só deixar algumas imagens (tipo) coisinhas de mulher sabe? Simplesmente porque a gente gosta.
Tenham um ótimo findi.
beijos da Lu
Não tenho muito pra falar hoje, só deixar algumas imagens (tipo) coisinhas de mulher sabe? Simplesmente porque a gente gosta.
Tenham um ótimo findi.
beijos da Lu
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Um ponto de encontro no bar com direito a café
Oi gente, me deu saudade do Empório do Café, meu antigo blog literário. Então resolvi postar um texto falando um pouco sobre aquele lugarzinho tão gostoso e que era frequentado por tantos artistas... ai ai ai... Sabe-se lá em que porto ancorou nossos "escrevinhadores" de plantão?
Mesmo assim, lá vai a crônica pra gente matar a saudade!
xau caríssimos!
As almofadas estavam espalhadas pelo chão, o salão era amplo, com algumas divisórias.Havia quem gostasse de sentar nas almofadas macias, mas também tinham aqueles que preferiam sentar-se em cadeiras confortáveis, à beira da mesa com cinzeiros, drinks ou café.
Nas paredes, molduras de todos os tamanhos e cores abrigavam poemas, rimados ou não. Histórias reais ou recheadas de utopias que me faziam sonhar a ponto de incluir-me conhecendo a essência de cada uma.
Nos fundos do bar via-se uma escada que levava ao piso superior, na parede uma seta indicava: Colunas do Empório do Café.
O local, frequentado por artistas e poetas, agitava as noites reais e virtuais.
O salão dos versos está cheio de almofadas fofas e coloridas, todas espalhadas pelo chão.
Vez por outra me sentava junto às mesas, tomava um martini, jogava conversa fora, ria muito com o bom humor do pessoal e aprendia com artistas que lá entravam para beber alguma coisa, ler alguns poemas e escutar boa música.
E como dizem por aí que a noite é uma criança, eu chegava cedo e ficava até altas horas, um bom período para me aproximar das telas poéticas, que forravam as paredes daquele bar.
E antes que o dia amanhecesse, sentia o aroma inigualável do café coado na hora, que eu sorvia de um gole só. E munido de meus companheiros, chapéu e casaco, eu saía.
Olhava o letreiro apagado, atravessava a rua, seguindo meu caminho.
_______________________________________________
By Lu Cavichioli
Mesmo assim, lá vai a crônica pra gente matar a saudade!
xau caríssimos!
As almofadas estavam espalhadas pelo chão, o salão era amplo, com algumas divisórias.Havia quem gostasse de sentar nas almofadas macias, mas também tinham aqueles que preferiam sentar-se em cadeiras confortáveis, à beira da mesa com cinzeiros, drinks ou café.
Nas paredes, molduras de todos os tamanhos e cores abrigavam poemas, rimados ou não. Histórias reais ou recheadas de utopias que me faziam sonhar a ponto de incluir-me conhecendo a essência de cada uma.
Nos fundos do bar via-se uma escada que levava ao piso superior, na parede uma seta indicava: Colunas do Empório do Café.
O local, frequentado por artistas e poetas, agitava as noites reais e virtuais.
O salão dos versos está cheio de almofadas fofas e coloridas, todas espalhadas pelo chão.
Vez por outra me sentava junto às mesas, tomava um martini, jogava conversa fora, ria muito com o bom humor do pessoal e aprendia com artistas que lá entravam para beber alguma coisa, ler alguns poemas e escutar boa música.
E como dizem por aí que a noite é uma criança, eu chegava cedo e ficava até altas horas, um bom período para me aproximar das telas poéticas, que forravam as paredes daquele bar.
E antes que o dia amanhecesse, sentia o aroma inigualável do café coado na hora, que eu sorvia de um gole só. E munido de meus companheiros, chapéu e casaco, eu saía.
Olhava o letreiro apagado, atravessava a rua, seguindo meu caminho.
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By Lu Cavichioli
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